De fevereiro a outubro de 2026, Fabio Akita colocou a IA à prova todos os dias: mais de 500 horas programando quase só com agentes, 24 projetos, um benchmark de programação montado por ele mesmo e dezenas de modelos testados um a um. Este resumo é o extrato dessa medição.
A leitura central: a inteligência de base dos modelos parou de dar saltos. O último grande salto foi o o1, em setembro de 2024; de lá pra cá, os melhores modelos se espremeram num pelotão cada vez mais apertado. O que continua subindo é diferente: o que o modelo consegue fazer com ferramentas na mão, dentro de um harness, em sessões longas, com teste e verificação no meio. O mesmo modelo que fracassava sozinho virou elite quando ganhou mãos.
O livro inteiro é a defesa dessa leitura, com os números, os erros do próprio autor e uma regra repetida em cada capítulo: não confie em benchmark, não confie em influencer, não confie em mim. Confira você mesmo.
“Não vejo melhora relevante de programação geral desde a geração do Claude Opus 4.5.” (síntese de outubro de 2026)